Missões Oficiais

China - Bambu, a madeira do futuro

 

Bambu a madeira do futuro.

Há milênios, esse material dá forma a casas tradicionais em países como o Japão e a China. Nos últimos anos, pesquisas na construção civil avalizaram sua resistência e durabilidade. Arquitetos do mundo todo redescobriram o bambu e passaram a usá-lo em modernas obras públicas.

O Bambu passou a ser visto como uma nova forma  de repensar o consumo de materiais na construção para torná-la mais sustentável do ponto de vista ambiental atrai olhares para a exploração de novas alternativas. Ele é visto como a promessa para este século.

O bambu faz parte da economia de inúmeros países e gera mais de 7 bilhões de dólares anuais na economia mundial desde a produção de papel, compensados, laminados, pisos, revestimentos , estruturas, alimento, artesanato, moveleira. Atualmente  já tem mais de 1500 usos catalogados.

Inicialmente a  vantagem é que este investimento inicial é feito apenas uma vez, para obter uma produção quase perpétua, a partir do sétimo ano.

É uma plantação perene, que presta inúmeros serviços ambientais,  como a contenção de erosão e manutenção dos recursos hídricos.

Por ser uma gramínea é mais eficiente no processo de fotossíntese, além de um grande gerador de matéria prima , é um ótimo sequestrador de carbono.

 

 Rústico e de uso permanente sob a ótica do manejo sustentável, o bambu  pode  ser utilizado como matéria-prima estrutural, com aplicação social.

A ideia é agregar valor à planta, fabricando produtos sustentáveis de alta qualidade e debaixo custo, que possam ser usados ou produzidos por comunidades carentes e rurais.

 

No campo ele pode ser ainda utilizado como forma de abrigo aos animais.

 

PROJETOS PELO MUNDO

Fora do Brasil, alguns arquitetos tem apostado no bambu em projetos públicos de traços marcantes, que conciliam natureza e tecnologia num contraste agradável ao olhar. Em Leipzig, na Alemanha, a fachada do novo estacionamento do zoológico municipal foi construída com varas de bambu presas em cintas de aço.

 

Perto de Madri, na Espanha, o Aeroporto Internacional de Barajas surpreende os usuários com seu enorme forro, que torna leve o visual da estrutura de concreto e aço. Em locais como esse, de uso intenso, a opção pelo material e resultado da confiança na sua durabilidade e resistência, já que manutenções freqüentes não seriam bem-vindas. Graças a tratamentos químicos, o amido e retirado, inibindo pragas que poderiam comprometer as varas. Em áreas externas, os produtores recomendam aplicar verniz naval para proteger do calor, do frio e da chuva.

 

 

Deputada Marisa busca encontro com cadeia produtiva do bambu da China

 

Com agendas bastante longas, a missão gaúcha à China esteve visitando, nesta terça-feira, a Escola do Partido Comunista Chines. Pela manhã, o governador Tarso Genro e os parlamentares gaúchos que integram a missão, entre eles a deputada Marisa Fotmolo (PT) tiveram um encontro com o Vice-Premier Chinês Mr. Wang Yang.

Além de acompanhar a agenda do poder executivo gaúcho, a deputada Marisa Formolo deve se reunir com representantes do Instituto Nacional do Bambu da China para tratar de intercâmbio com aquele país na aplicação do bambu. A agenda está sendo construída com o apoio da Embaixada Brasileira na China.

A parlamentar é autora do projeto de lei 290/2013, que institui a Política Estadual de Apoio ao Bambu.

 

Sobre o PL 290/2013

A proposta, protocolada em 1º de novembro, prevê a valorização socioeconômica do bambu como produto de uma cadeia agrossilvicultural renovável e sustentável para múltiplas finalidades, como alimentar, madeira, artesanato, moveleira, construção civil, entre outras. Também pretende incentivar os sistemas de produção de bambu com manejos sustentáveis dos cultivos e das formações nativas, primando pela diversificação produtiva e apoiando especialmente a agricultura familiar, além de fomentar o desenvolvimento de pesquisa integrando as áreas agronômica, biológica e ecológica e apoiar o desenvolvimento tecnológico do beneficiamento aplicado à indústria moveleira, construção civil e artesanato, entre outras que utilizarem bambu como matéria-prima.

 

 

 

Deputada Marisa conhece cadeia produtiva do bambu na China

Encontro da parlamentar com o setor, na China, aconteceu na quarta-feira

 

A pedido dos produtores de bambu do Rio Grande do Sul, a parlamentar está na China onde manteve, na quarta-feira, 4, contato com representantes da Cadeia Produtiva do Bambu. A agenda foi intermediada pela Embaixada Brasileira na China. O encontro foi acompanhado pelo adido brasileiro na china e técnico da Embrapa, Romero Maia.

A deputada garante voltar ainda mais entusiasmada com a produção do bambu. “Na China eles produzem desde palitos até casas com o bambu. Nas habitações ele é usado no assoalho, paredes e até em telhas, que são produzidas com resíduos do bambu compactado e têm grande durabilidade. Os chineses usam o bambu na confecção de roupas, tapetes, cosméticos, medicamentos, obras de arte, habitações e como alimento”, observa a parlamentar.

“Vejo nele [no bambu] uma alternativa de diversificação melhoria de qualidade de vida para nossos agricultores, especialmente aqueles que têm áreas degradadas ou de preservação permanente. É uma alternativa econômica e sustentável, que recupera o solo, a água e ainda rende financeiramente”, acredita Marisa.

A deputada lembra, ainda, que em abril de 2011 a presidenta Dilma Rousseff assinou um termo de cooperação bilateral com a China na área de desenvolvimento em Bambu. “Estou voltando ,ais entusiasmada por ver o valor nutritivo, técnico e comercial do bambu”, disse a parlamentar.

Em março deste ano, um grupo de 20 especialistas da Academia Chinesa de Inventário Florestal esteve no Brasil para trocar experiências com os brasileiros.. Já em abril, a A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) inaugurou, em Pequim, o seu quarto laboratório virtual no exterior. O Labex China assinou memorando de entendimento com a Chinese Academy of Agricultural Sciences (CAAS), instituição de pesquisa daquele país. Entre os pontos também está a produção e aplicabilidade do bambu.

Durante a permanência da Missão Gaúcha na China, também está sendo acertado a vinda de uma missão chinesa ao RS, composta de empresários e membros do governo para tratar de investimentos e trocas de tecnologia.

 

 

O projeto

Marisa Formolo é autora do Projeto de Lei 290/2013, que institui a Política Estadual de Apoio ao Bambu. A proposta, protocolada em 1º de novembro, prevê a valorização socioeconômica do bambu como produto agrossilvicultural renovável e sustentável para múltiplas finalidades, como alimentar, madeira, artesanato, moveleira, construção civil, entre outras. Também tem por objetivo incentivar os sistemas de produção de bambu com manejos sustentáveis dos cultivos e das formações nativas, primando pela diversificação produtiva e apoiando especialmente a agricultura familiar, além de fomentar o desenvolvimento de pesquisa integrando as áreas agronômica, biológica e ecológica e apoiar o desenvolvimento tecnológico do beneficiamento aplicado à indústria moveleira, construção civil e artesanato, entre outras que utilizarem bambu como matéria-prima.

 

 

Deputada Marisa conhece cadeia produtiva do bambu na China

Encontro da parlamentar com o setor, na China, aconteceu na quarta-feira

 

A pedido dos produtores de bambu do Rio Grande do Sul, a parlamentar está na China onde manteve, na quarta-feira, 4, contato com representantes da Cadeia Produtiva do Bambu. A agenda foi intermediada pela Embaixada Brasileira na China. O encontro foi acompanhado pelo adido brasileiro na china e técnico da Embrapa, Romero Maia.

A deputada garante voltar ainda mais entusiasmada com a produção do bambu. “Na China eles produzem desde palitos até casas com o bambu. Nas habitações ele é usado no assoalho, paredes e até em telhas, que são produzidas com resíduos do bambu compactado e têm grande durabilidade. Os chineses usam o bambu na confecção de roupas, tapetes, cosméticos, medicamentos, obras de arte, habitações e como alimento”, observa a parlamentar.

“Vejo nele [no bambu] uma alternativa de diversificação  melhoria de qualidade de vida para nossos agricultores, especialmente aqueles que têm áreas degradadas ou de preservação permanente. É uma alternativa econômica e sustentável, que recupera o solo, a água e ainda rende financeiramente”, acredita Marisa.

A deputada lembra, ainda, que em abril de 2011 a presidenta Dilma Rousseff assinou um termo de cooperação bilateral com a China na área de desenvolvimento em Bambu. “Estou voltando ,ais entusiasmada por ver o valor nutritivo, técnico e comercial do bambu”, disse a parlamentar.

Em março deste ano, um grupo de 20 especialistas da Academia Chinesa de Inventário Florestal esteve no Brasil para trocar experiências com os brasileiros.. Já em abril, a A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) inaugurou, em Pequim, o seu quarto laboratório virtual no exterior. O Labex China assinou memorando de entendimento com a  Chinese Academy of Agricultural Sciences (CAAS), instituição de pesquisa daquele país.  Entre os pontos também está a produção e aplicabilidade do bambu.

Durante a permanência da Missão Gaúcha na China, também está sendo acertado a vinda de uma missão chinesa ao RS, composta de empresários e membros do governo para tratar de investimentos e trocas de tecnologia.

 

 

O projeto

Marisa Formolo é autora do Projeto de Lei 290/2013, que institui a Política Estadual de Apoio ao Bambu. A proposta, protocolada em 1º de novembro, prevê a valorização socioeconômica do bambu como produto agrossilvicultural renovável e sustentável para múltiplas finalidades, como alimentar, madeira, artesanato, moveleira, construção civil, entre outras. Também tem por objetivo incentivar os sistemas de produção de bambu com manejos sustentáveis dos cultivos e das formações nativas, primando pela diversificação produtiva e apoiando especialmente a agricultura familiar, além de fomentar o desenvolvimento de pesquisa integrando as áreas agronômica, biológica e ecológica e apoiar o desenvolvimento tecnológico do beneficiamento aplicado à indústria moveleira, construção civil e artesanato, entre outras que utilizarem bambu como matéria-prima.