Missões Oficiais

Missão à Palestina e Israel

Palestina - 26 a 28 de abril

 

Sexta-feira, 26 de abril

17h15 - chegada em Ramallah

18h30 - Reunião com o embaixador do Brasil na Palestina, Paulo França

 

Sábado, 27 de abril

12h - reunião com o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas

13h - reunião com a governadora de Ramallah, Laila Ghannam

16h - reunião com o chefe do Comitê de Observação e Direção das Negociações de Paz, Saeb Erekat

17h - assinatura do memorando de entendimento entre RS, Ministério da Agricultura da Palestina e Ministério da Agricultura da Jordânia para desenvolver ações conjuntas de cooperação no setor de olivicultura e biogás

 

Domingo, 28 de abril

9h - reunião com o comissário da Agência das Nações Unidas de Ajuda e Obras Públicas aos Refugiados da Palestina no Oriente Próximo (UNRWA), Felippo Grandi

10h - coletiva de imprensa

10h30 - visita ao campo de refugiados Shu'fat

14h - reunião com o governador de Jerusalém

16h30 - deslocamento Ramallah - Tel Aviv

 

Israel - 29 de abril a 2 de maio

 

Segunda-feira, 29 de abril

8h30 - Business Meeting RS-Israel

10h - deslocamento para o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Israelense - MATIMOP

11h - encontro com o cientista-chefe da MATIMOP, Avi Hasson

11h30 - assinatura de memorando entre MATIMOP e FAPERGS para ações nas áreas de pesquisa e desenvolvimento industrial

13h - empresa multinacional ELBIT

16h30 - assinatura de memorando para criação do Centro de Tecnologia Aeroespacial do RS

20h - recepção pela embaixadora do Brasil em Israel, Maria Elisa Berenguer

 

Terça-feira, 30 de abril

9h - visita à fábrica de lonas plásticas agrícolas Ginegar-Polysack, companhia que produz lonas e telas para agricultura protegida com a mais avançada tecnologia mundial

12h30 - visita à companhia Netafim, líder em soluções tecnológicas voltadas à irrigação localizada e que atende 33% do mercado mundial de irrigação

18h30 - encontro com o cineasta israelense Amos Gitai e com o escritor Amos Oz

 

Quarta-feira, 1º de maio

10h30 - visita ao Yad Vashem, memorial oficial de Israel para lembrar as vítimas do Holocausto

14h45 - audiência com o ministro da Indústria, Comércio e Trabalho, Naftali Bennet

 

Quinta-feira, 2 de maio

8h30 - assinatura de acordo entre o Instituto do Cérebro da PUC/RS e Universidade de Tel Aviv; assinatura de acordo entre a UFRGS e a Universidade de Ben Gurion; e relato das oportunidades de parcerias entre a Unisinos e Israel

10h30 - encontro com o diretor executivo da Israel Aerospace Industries (IAI), Joseph Weiss

14h05 - embarque para Paris/Lisboa

 

Lisboa - Sexta-feira, 3 de maio

Assinatura de Protocolo de intenções entre RS e Associação Portuguesa dos Agentes de Viagem e Turismo (APAVT) e de Memorando de Entendimento que objetiva a conjugação de esforços entre o Rio Grande do Sul e a Região Autônoma dos Açores visando ao aprofundamento das relações políticas, culturais e turísticas entre as regiões

 

Confira matéria da TV Piratini.

 

 

 

 

Embaixada 2/04/2013

Movimento combatentes pela paz

Ex. soldados que se recusaram trabalhar em território ocupado

Paulo Freire, Augusto Boal –Centro  de teatro do Oprimido no Rio

Luta por DH e a nossa luta aqui

Movimento- faz parte da nossa luta interna  democratizar as relações

Major do exército Irlaelense – 4 anos do serviço obrigatório, 10 anos como reserva, após ter servido em 2002 territórios ocupados foram presos por não aceitarem voltar a trabalhar nesses territórios ocupados

 

¨o conflito é a própria destruição de Israel¨

Não adianta falar com os Israelenses- mas ambos

Para isso encontram  em grupo de serviço no grupo análogo na OLP – ele não subiu de patente- paraquedista 2º

O grupo  israelenses começou em 2002 – a partir de 2005 – nome oficial – Combatentes pela Paz

Israelenses e palestinos – 15x 5=75   -  15x5= 75 em cinco regiões =150 núcleo duro de líderes.

Fizeram um memorial de 20400 – encontro em TELAVIV angar 10 normalmente fazem juntos a apresentação não estão palestinos pelo horário do acerto de ontem.

A maior parte deles  teve na patente  removida.

Ele era oficial de um pelotão de tanque atuou, depois da prisão, em outras fronteiras Síria.....

O movimento fez outras adesões combatente pela paz

- Contra o batalhão da força aérea, carta do exército, carta das forças especiais(batalhão de elite)

- Na marinha não se organizaram como a emissão de sua carta, não receberam o mesmo tratamento

Foram submetidos a corte marechal, soldados foram expulsos, os mais graduados não eram expulsos , presos e afastados sim

 

O momento mais importante seria na guerra Líbano 1982, foi muito marcante, foi a 1ª guerra política. Ficou claro que a motivação era politica. Israel queria expulsar palestinos e entregá-los à guia

Da mesma forma foi esse movimento que  me dei conta 97/98 que não me levaria a nada e me recusei a participar

Na década de 90 foi liberado pelo serviço Militar

Temos diversas organizações, nosso conflito é a normalização e anti normalização

A normalização começou em 2008 e tentamos diálogos com várias tentativas

Palestinos disseram não queremos diálogos pelos diálogo, queremos mais

A partir disso começou boicote

Palestinos não queriam essa situação – assimetria pois não é = a relação

Os combatentes da Paz tem muita sorte do comitê  anti-normalização palestina

Comitê popular como  enfrentar não é oficial.

Organizamos grupo de 15 em 15 e nós tivemos uma autorização especial mais do que grupos que dialogam, eles 5 importantes pois tem relatório autonomia para trabalhar Np campo e se dão prioridades

O grupo de Tela- Aviv com palestinos de ¨Nabos¨lá é agricultores e a população palestina Ramalah e Jerusalém

Os membros são da ¨frente popular e Altafá sofrem.

Não tem esses grupo em Gaza

 

Altafá tem que atuar  clandestinamente em Gaza esses mantém contatos em Gaza pelo Alfatá. Ramás não participa ele se opõe aos ¨combatentes da paz.

O 3º nível dos combatentes  é sensibilizar as pessoas a esta causa através de :

- memorial – eventos - redes sociais – mídia

Os grupos de Jerusalém, Belém  cima muro, ajudam pessoas a conhecerem essa situação,

Os israelenses não conhecem essa realidade palestina

Belem - Jerusalem Ocidental

- Jerusalem Oriental ( arvolie e Ramadã)

 

1º Falam do teatro do Oprimido em Tel Aviv e Naboo e Turcaram

2º Grupo é do teatro, conheceu Augusto Boal – Paulo Freire e absorve isso no teatro popular.

Deixou de ser ator profissional para ser diretor e produtor de teatro popular

Muitos combatente da Paz foram se preparar com diferentes lugares do mundo para trabalhar nessa concepção

Raul propõe que esse teatro se apresente no Brasil, pois são defensores da paz envolvendo palestinos e israelenses

Aproveitar árabes , palestinos e judeus que na comunidade da DIASPORA poderia ser uma idéia para se apresentar a esses grupos no Brasil e ir multiplicando

A mensagem é pró paz e pró direitos humanos e não é pró palestinos pró judeus.

 

Candidato a presidente da Palestina – Esteve com no FSM

Vocês representam um grande apoio.

Agradece o apoio do Brasil nos fóruns mundiais na defesa do Estado Palestino

Palestina sofre pelo fato de não ter tanta força

Os BRIC’s são uma nova força para romper com os dois blocos de poder.

Lula trouxe uma política que instaurou nossas relações internacionais

O território tem mercado interno com certo equilíbrio e  permanência

Reorganização do Estado como indutor e regulador da economia.

Isso foi importante para reorganizar as classes sociais (não é estrutura de classe).

No topo, vinculam uma elite de investidores de infraestrutura. Isso gerou uma elite nossa e uma nova  mesa democrática no país. O Brasil já era democrático. FHC consolidou essa mesa democrática. Mas nela, um grupo minoritário vinha e sentava no mais alto lugar da mensa e via todos que estavam encima. A maioria sentava em cadeiras embaixo.

Lula ajudou que todos viessem á mesa na mesma altura. Aí começaram disputas num nosso lugar. Isso gerou base social forte para Lula e isso mantém assento.

Uma maioria que governa e tem hegemonia dessa mesa. É o modelo que Dilma tem mantendo – Reeleita em Primeiro Turno.

Estamos em duas Palestina

1-      Luta pela libertação

2-      Para ter condições sociais e econômicas, mas condições democráticas desta economia sólida. A América Latina com países árabes estiveram sob os velhos sistemas. Os jovens não aceitam mais viver nesses regimes.

Na Palestina não podemos viver sob esse regime de colonização do mundo. É uma apharteid. Lutamos por libertar os palestinos, e os israelenses desse regime.

Como falar em economia se Israel consome 94% de nossos recursos hídricos

Estados segregados, ônibus segregados e pagamos o dobro do preço de água.

Aqui se tem cadeira alta. O meu partido é que se luta pela paz. Essa nação não é violenta. Mas precisamos de uma grande força internacional.

A China está melhorando nossa comercialização de armas.

Creio que o Brasil tenha o papel de levar os BRIC’s.

Israel está matando essa esperança de Paz. Isso é importante para Israel. Estamos no limite do processo de paz. Não aceitamos ser subjugados pela colonização.

Xavier – Líder da OLP

Receber vocês é um dia festivo pela solidariedade dos gaúchos e dos brasileiros

É um momento de muita complexidade e de esperança.

Plano mais tático de poder negociar com a Palestina as fronteiras de 1967.

Em 1988, reconhecemos o Estado de Israel. Foi muito doloroso. Reconhecemos a perda de 78% do nosso país, de origem Palestina.

Israel fez a ocupação-colonização do território. Hoje, Israel tem 3 vezes mais população do que quando iniciamos.

Os Bric’s são fundamentais para envolver-se com Israel de forma produtiva.

O Brasil pode ser mais ativo na construção de novas relações .

Temos 40% da população de presos políticos.

14 parlamentares continuam presos

Assentamentos  sob crime de guerra.

Infraestrutura de colonização e ao mesmo tempo apropriação de área.

O caso de Jerusálem, antes de ser cidade sagrada, é cidade palestina. Usar o direito Internacional. De 1967 até hoje, 10% das casas palestinas foram derrubadas e fazer seu domínio sem terra. Em Israel, foram um milhão e meio de Palestinos que sofrem perigos grandes.

Está se consolidando uma apartheid com os palestinos. Reconhecemos lideranças capazes de mudar essas relações.

A politica se move por interesses

A continuidade da impunidade é determinada por costumes.

Acredito que as mudanças estão começando muito tarde para conseguir a paz sem guerra

A minha posição é de que meu país está sofrendo crime de guerra.

A violência na faixa de gaza tem relação com o processo de paz com a desesperança. Não há nada mais detestável que em gaza.

Retornar para Gaza vai depender do nosso diálogo com Israel.

Palestina pode ajudar a partir de pessoas qualificadas.

US$ 700 é o salário para jovens traumatizados pela violência da colonização

Intercâmbios de conhecimentos por pessoas.

85% do PIB está no custo de ocupação. 

 

 

Visita ao Ministério da Economia Nacional

 

Dr. Jawad Naji – interesse de fazer relações econômicas com um estado muito importante para a questão econômica e social.

 

Queremos firmar acordos nos projetos prioritários para país, 2013/2015.

Documento do Ministério tem recursos naturais e minerais limitados.

Além disso problema de controle sobre os mesmos pelos Israelenses.

O seu comércio é limitado dos 4 milhões 2,8 são dos Israelenses.

Temos interesse de desenvolver a  indústria   lá e aqui. Queremos desenvolver o setor privado.

O setor de serviços e agricultura, temos interesse de criar um fórum entre Palestina e Brasil

Ao analisar comércio Brasil e palestina viu que precisa acertar com o MERCOSUL por ex: compra de carnes.

 

Governador -  Estamos agradecidos por essa recepção.

 

Provavelmente temos muita colaboração nessa relação Brasil/Palestina, no tratado de livre comércio. Tem muitas possibilidades a partir da nossa base produtiva instaladas nos marcos entre países precisamos identificar atores para integrar esses marcos.

 

As experiências vividas mostram que o Rio Grande do Sul pode ajudar  consolidar estado Palestino e Israel.

 

Temos  relações com Israel, mas podemos ser ofensivos estabelecer com estado palestino, em várias áreas para contribuir na construção de paz e redução da subordinação a Israel

 

Ex: programas institucionais e elementos de base produtiva gaúcha

 

Rede de micro- crédito para pequena empresa

 

 

Concepção de formação de agentes públicos através da Rede escola de  Governo

 

Temos 370 mil propriedades rurais e estruturas de cooperativas temos empresas de assistência técnica – EMATER – essa experiência vale para os dois.

 

Ex: Tecnologia produção  Oliveiras e fazer azeite orgânico

 

Muitos palestinos migraram para o Brasil e muitos empresários de sucesso, em 2010 tiveram na maioria brasileiros/palestinos para o evento

 

O acordo do livre comércio com Mercosul estão buscando identificar áreas comuns. Importar açúcar, café, arroz e gostariam do Mercosul querem deixar de Israel  e importar.

 

Há interesse por empresas de infra- estrutura venham se instalar aqui solicitam apoio e apoiam nosso candidato a OMC

 

Temos uma Universidade Estadual  que pode ser uma porta entre as Universidades da Palestina.

 

Temos setor industrial no mundo e Brasil  o setor metal – mecânico é de alta tecnologia.

 

O que podemos fazer:

Embaixador propor um programa de relacionamentos identificando responsáveis pelos dois lados coordenado pelo embaixador especialmente na comercialização entre Brasil/Palestina.

 

Visita Instituto Internacional de Gestão Galilee – Tel Aviv cidade Hayla dia 29/04/2013

 

Ministra programas em  diferentes continentes e diferentes áreas

1-                 Programa  – Base regular – Duas vezes ao ano contato com empresas  e técnicos para entrarem em contato, tomarem  informações, voltam ao país, testam a orientação e aprendizagem, depois voltam ao Instituto para superar dificuldades, apartir de prática.

Outro fator importante é que os cursos e programas aqui, criam relações novas entre técnicos de diferentes países.

2-                 Programa de formação ¨inter nações¨. Uma parte no país e uma parte aqui

3-                 A terceira é A nível de consultoria Ex: as consultorias do BC do Kênia pode ser na agricultura e outras áreas.

Finalizando, Israel mesmo pequeno tem  diferentes climas e produtos de neve ao calor de hoje ao mesmo tempo é só atravessar o país.

4-                 Realização de projetos – Vazamento de um sistema de águas ex:  Caxias poderia ser contratados. Fez consultorias em várias cidades do mundo engenharia hídrica não foi bem sucedido( ? ) quer mostrar  a amplitude dos desafios em diferentes áreas

 

O Instituto Galilee aceita desafios em cursos regulares em formação técnica entre nações, por projetos e por consultoria.

 

O  vídeo  agricultura no deserto = aqui é um MOCHAN

 

Cursos : agronegócio – pecuária – água

 Oferece cursos agricultura e pequenas empresas duas vezes por ano

 

 

 

 

 

RS e Palestina terão plano de cooperação econômica

 

Fotos: Caco Argemi/Palácio Piratini

 

O Rio Grande do Sul terá um plano de cooperação econômica com a Palestina. Isso foi acordado entre o governador Tarso Genro e autoridades palestinas durante uma série de reuniões realizadas neste final de semana, dia 27, para discurtir estratégias de cooperação. A deputada Marisa Formolo (PT) participou dos encontros com o ministro da Economia da Palestina, Jawad Wadji, e após com a governadora de Ramallah, Laila Ghannam. Wadji entregou ao governador Tarso Genro o Summary of Projects 2013 -2015 (Sumário de Projetos), com as propostas prioritárias para crescimento da economia palestina nos próximos três anos.

O plano de trabalho do Rio Grande do Sul com a Palestina que começou a ser efetivado neste sábado prevê parcerias para troca de informações em políticas públicas e em áreas como promoção comercial, educação, direitos humanos, saúde e agricultura. As linhas gerais do plano - que começou a ser elaborado em agendas anteriores - foram tratadas em reunião com o embaixador Paulo França, no escritório de representação do Brasil na Palestina, onde diversos temas foram levantados. "Temos vários pontos de contato entre a economia gaúcha e a economia daqui. Vamos elaborar esse plano a partir dos acordos já existentes, tendo a embaixada como centro coordenador desse processo", disse o governador Tarso Genro.

Um dos pontos de destaque foi a educação. "Foram reuniões importantes, nas quais o governo do Estado e autoridades palestinas se comprometeram em trocar experiências e se ajudar mutuamente e nós gaúchos temos muito a ganhar, uma vez que a Palestina tem ótimas universidades e conhecimento avançado em diversas áreas”, avaliou Marisa.

Neste domingo, a delegação participou de reunião com o comissário da Agência das Nações Unidas de Ajuda e Obras Públicas aos Refugiados da Palestina no Oriente Próximo (UNRWA), Felippo Grandi,  visitaram o campo de refugiados Shu'fat  e reuniram-se com o governador de Jerusalém, Adnan Al-Huseini. Neste domingo a comitiva deslocou-se para Tel Aviv, onde participam nesta segunda-feira de uma reunião de negócios, visitam o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Israelense – MATIMOP, para a assinatura de memorando entre o órgão e a FAPERGS para ações nas áreas de pesquisa e desenvolvimento industrial. Amanhã também será assinado memorando para criação do Centro de Tecnologia Aeroespacial do RS.

Olivicultura

A experiência milenar Palestina na olivicultura e sua vinculação direta com a agricultura familiar é um dos temas de maior convergência. "Podemos trocar as nossas experiências na área do cooperativismo e o nosso acúmulo técnico, através da Emater, além de discutir a possibilidade da comercialização do azeite de oliva nas prateleiras dos supermercados do RS", disse o governador. Aproximadamente 80% das áreas cultiváveis da Cisjordânia tem produção de oliva em maior ou menor escala.

(Com informações da Secretaria de Comunicação do governo do Estado)

 

Agenda de segunda-feira, dia 29

8h30 - Business Meeting RS-Israel

10h - deslocamento para o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Israelense - MATIMOP

11h - encontro com o cientista-chefe da MATIMOP, Avi Hasson

11h30 - assinatura de memorando entre MATIMOP e FAPERGS para ações nas áreas de pesquisa e desenvolvimento industrial

13h - empresa multinacional ELBIT

16h30 - assinatura de memorando para criação do Centro de Tecnologia Aeroespacial do RS

20h - recepção pela embaixadora do Brasil em Israel, Maria Elisa Berenguer

 

 

 

Candidato a presidente da Palestina – Esteve com no FSM

Vocês representam um grande apoio.

Agradece o apoio do Brasil nos fóruns mundiais na defesa do Estado Palestino

Palestina sofre pelo fato de não ter tanta força

Os BRIC’s são uma nova força para romper com os dois blocos de poder.

Lula trouxe uma política que instaurou nossas relações internacionais

O território tem mercado interno com certo equilíbrio e  permanência

Reorganização do Estado como indutor e regulador da economia.

Isso foi importante para reorganizar as classes sociais (não é estrutura de classe).

No topo, vinculam uma elite de investidores de infraestrutura. Isso gerou uma elite nossa e uma nova  mesa democrática no país. O Brasil já era democrático. FHC consolidou essa mesa democrática. Mas nela, um grupo minoritário vinha e sentava no mais alto lugar da mensa e via todos que estavam encima. A maioria sentava em cadeiras embaixo.

Lula ajudou que todos viessem á mesa na mesma altura. Aí começaram disputas num nosso lugar. Isso gerou base social forte para Lula e isso mantém assento.

Uma maioria que governa e tem hegemonia dessa mesa. É o modelo que Dilma tem mantendo – Reeleita em Primeiro Turno.

Estamos em duas Palestina

1-      Luta pela libertação

2-      Para ter condições sociais e econômicas, mas condições democráticas desta economia sólida. A América Latina com países árabes estiveram sob os velhos sistemas. Os jovens não aceitam mais viver nesses regimes.

Na Palestina não podemos viver sob esse regime de colonização do mundo. É uma apharteid. Lutamos por libertar os palestinos, e os israelenses desse regime.

Como falar em economia se Israel consome 94% de nossos recursos hídricos

Estados segregados, ônibus segregados e pagamos o dobro do preço de água.

Aqui se tem cadeira alta. O meu partido é que se luta pela paz. Essa nação não é violenta. Mas precisamos de uma grande força internacional.

A China está melhorando nossa comercialização de armas.

Creio que o Brasil tenha o papel de levar os BRIC’s.

Israel está matando essa esperança de Paz. Isso é importante para Israel. Estamos no limite do processo de paz. Não aceitamos ser subjugados pela colonização.

Xavier – Líder da OLP

Receber vocês é um dia festivo pela solidariedade dos gaúchos e dos brasileiros

É um momento de muita complexidade e de esperança.

Plano mais tático de poder negociar com a Palestina as fronteiras de 1967.

Em 1988, reconhecemos o Estado de Israel. Foi muito doloroso. Reconhecemos a perda de 78% do nosso país, de origem Palestina.

Israel fez a ocupação-colonização do território. Hoje, Israel tem 3 vezes mais população do que quando iniciamos.

Os Bric’s são fundamentais para envolver-se com Israel de forma produtiva.

O Brasil pode ser mais ativo na construção de novas relações .

Temos 40% da população de presos políticos.

14 parlamentares continuam presos

Assentamentos  sob crime de guerra.

Infraestrutura de colonização e ao mesmo tempo apropriação de área.

O caso de Jerusálem, antes de ser cidade sagrada, é cidade palestina. Usar o direito Internacional. De 1967 até hoje, 10% das casas palestinas foram derrubadas e fazer seu domínio sem terra. Em Israel, foram um milhão e meio de Palestinos que sofrem perigos grandes.

Está se consolidando uma apartheid com os palestinos. Reconhecemos lideranças capazes de mudar essas relações.

A politica se move por interesses

A continuidade da impunidade é determinada por costumes.

Acredito que as mudanças estão começando muito tarde para conseguir a paz sem guerra

A minha posição é de que meu país está sofrendo crime de guerra.

A violência na faixa de gaza tem relação com o processo de paz com a desesperança. Não há nada mais detestável que em gaza.

Retornar para Gaza vai depender do nosso diálogo com Israel.

Palestina pode ajudar a partir de pessoas qualificadas.

US$ 700 é o salário para jovens traumatizados pela violência da colonização

Intercâmbios de conhecimentos por pessoas.

85% do PIB está no custo de ocupação.